#3
- Bruna Ribeiro

- 15 de abr. de 2019
- 1 min de leitura
Atualizado: 21 de mai. de 2019
Falava de flores, falava de tudo que sentia com nome de flor. As flores em prosa eram sentimentos proibidos para os ouvidos. Agora não são mais. São simples, leves e vulgares, como a camomila. Joguei tudo fora. Aquelas poesias já cumpriram seu papel e eu não gosto de ficar carregando peso. Tem alívio que fica no tempo e o tempo morreu. Renasço na novidade atemporal.




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